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Família melhora a produção de banana a partir de assistência técnica do IBS no PCRF

PCRF

A família do agricultor Aldo Souza Santos produz banana nanica e prata desde 2001, no Sítio do Souza, no Bairro Padre André 2, em Jacupiranga, no Vale do Ribeira em São Paulo. É uma das 400 famílias atendidas, desde o começo de 2019, pelo Instituto BioSistêmico (IBS) no Programa Cadastro de Terras e Regularização Fundiária (PCRF), desenvolvido pela Agência Nacional de ATER (ANATER).

Apesar de quase 20 anos na bananicultura, foi a partir da assistência técnica realizada pelo IBS no programa que Aldo começou a colher bons resultados no bananal. “São de grande valia as orientações que recebemos e procuramos seguir tudo direitinho. Nossa produção tem melhorado cada dia mais”, afirma o agricultor.

Dona Luzinete Moura Jardim Santos, esposa do agricultor, reforça a importância dos ensinamentos que a equipe técnica transmite. “O técnico ensina o passo a passo, visita a roça. Mostra, na prática, a maneira certa de como retirar as folhas da banana, a adubação. Ensina também como fazer a adubação com orgânicos, que sai bem mais em conta pra gente”, relata.

Além da dona Luziente, o filho e a filha do casal também ajudam na lida da roça. “Somos uma unidade de produção familiar e, por isso, é tão importante esse conhecimento proporcionado pelo programa. Isso ajuda a desenvolver o nosso negócio familiar”, destaca Aldo.

Assistência Técnica

De acordo com o engenheiro florestal, Reinaldo Lopes, que atua na assistência técnica do PCRF, cachos de grande porte e a padronização das frutas são alguns dos bons resultados colhidos no Sítio do Souza. “As orientações foram feitas em cima das necessidades nutritivas das plantas. Também orientamos o manejo adequado, como a importância da desfolha, eliminação do coração, entre outras medidas”, relata.

Conforme explica a coordenadora técnica do PCRF pelo IBS, Juliana Trettel, a região do Vale do Ribeira é rica na produção de banana, mas, em geral, os agricultores familiares não se atentam à necessidade da análise do solo para avaliar a real necessidade da planta.

“Com o auxílio do técnico para ensiná-los a identificar a necessidade das plantas – como limpeza, desbastes e desbrota, a produção é melhorada com baixo custo para o produtor e com ganho em conhecimento”, destaca Juliana Trettel.

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CW